vamos torna'-lo privado, que como esta' esta' pior que nunca. Mas alguem acha que e' possivel aquilo dar alguma coisa com a quantidade de espaços que abriram no Porto nos ultimos anos? E' o Teca, a Casa da Musica, o Teatro do Campo Alegre, O Batalha, O S. Joao, o Coliseu, para nao falar dos mais pequenos como a Casa das Artes, os Maus Habitos, O Passos Manuel. No Porto nao ha' mercado para isso tudo, por isso e' normal que alguns entrem em decadencia. O que nao e' normal e' que tenha que ser o contribuinte a pagar por isso...
E que merda de frase e' esta? E' assim que saimos do provincianismo? Com alarvidades reaccionarias destas?
O papel insubstituível do Estado – seja o estado central seja a administração autárquica – na criação e manutenção de espaços de crescimento e afirmação das artes performativas (por definição, as mais sociais das artes) é um dado civilizacional de base que não é questionado em nenhum país ocidental.
O problema e' que o dito Estado, no seu "papel insubstituivel" pos-se a fabricar teatros como se nao houvesse amanha. Agora, o' tio 'o tio que esta' uma miseria e o Estado que venha acudir 'a crise. Acho muito bem que se privatize.
24 de julho de 2006
pelo Rivoli
posto pelo Alexandre às 20:42
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1 comentário:
Acabou-se a "mama" destes senhores subsídio-dependentes! Viva!
Esses elitistas que vão trabalhar, mas trabalhar mesmo, não é só angariar "tachos".
Desde a recuperação do Rivoli, a programação era feita de/e para estes senhores e seus amigos. Tanta intelectualidade inalcansável para a maioria dos mortais... Mesmo quando ia assistir, sentia-me muito mal, tal era o "clube".
Não sei se o Rui Rio está certo, mas assim é que não podia continuar.
Disfarçam muito mal para as coberturas notíciosas a tentarem fazer de conta que os actores e os espectadores se barricaram... Que espectadores? Só os actores e os seus amigos. A porta-voz, supostamente espectadora, a meio engana-se e começa a falar em nome dos actores. Já não conseguindo disfarçar mais, deixa de fazer de conta. Assumam! Ficam mais credíveis!
E falta questionar porque é que esta manifestação se realiza depois do fim-de-semana... Primeiro fizeram a exibição da sua peça, depois foram curtir a noite e à hora em que toda a gente inicia a semana de trabalho, e como estes senhores ficam sem nada que fazer, é que se viram para as manifestações.
O seu maior castigo vai ser ninguém lhes ligar nenhuma...
E nem pensem em comparar-se à causa do Coliseu!
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